Você chegar até aqui quer dizer que você pode ter pensado duas coisas: “Caralho! Gostei! Quem será que escreve?” ou então “Caralho! Que merda! Quem será que escreve?“
Bem, seja lá qual dos dois você tenha pensado, aqui vai um breve texto que irá tirar sua dúvida.
Tudo começou em 14/04/1997 quando minha mãe deu a luz a esse ser que agora vos escreve. Eu moro e sempre morei numa cidadezinha no interior de São Paulo, chamada Nova Odessa (pra você se situar: fica perto de Campinas). Eu cresci me fodendo. Sim, desde que nasci, não há uma semana que se passe sem que alguma merda aconteça comigo. E não venha pensar que quando eu digo merda eu esteja me referindo ao bater o dedinho no pé da cama não, merda quando eu digo é tipo quebrar um braço, um dedo e uma clavícula no curto período de 8 meses, sendo que, nenhum desses foi quebrado enquanto o outro estava em recuperação. (Sim, por aí você já percebe a pequena habilidade que eu tenho de me foder). Porém, além da habilidade, tenho a habilidade de tornar coisas do cotidiano em coisas exóticas (leia-se: estranhas, diferentes, engraçadas). Um belo exemplo disso é que, graças à minha grande timidez, dar um simples “Oi” pode se tornar tão difícil quanto vencer as Olimpíadas (além de me fazer suar como se tivesse jogado futebol com um anão amarrado às minhas costas durante sete horas seguidas) entre outras façanhas incríveis que sou capaz de protagonizar.
Mas, além dessas habilidades, ao longo dos anos eu adquiri uma outra: escrever. Sempre gostei muito de ler e por não saber cantar, dançar, flertar etc. tive que me contentar com escrever mesmo. Não que eu seja um mestre nessa arte, mas sempre me identifiquei com ela e gosto dos trabalhos que produzo (pelo menos eu tenho que gostar né).
Desde meus 9 anos escrevo pequenos textos, sonhando com um dia conseguir escrever algo grande como Game of Thrones, Lord of the Rings e tal, porém hoje cheguei a conclusão de que infelizmente não consigo inventar histórias e reinos, apenas escrevo sobre coisas reais. E depois de vencer a preguiça (Aliás, sou extremamente preguiçoso, que fique bem claro), resolvi criar esse blog para contar minhas histórias (sejam elas reais ou inventadas), escrever sobre fatos cotidianos e compartilhar com vocês as brilhantes ideias que minha mente desprovida de limites consegue imaginar.
Acho que por aqui já deu pra ter uma vaga ideia de quem sou eu e qual o intuito deste blog. Não vou contar mais porque, se eu falar tudo aqui, sobre o que eu vou escrever?!
Venha falar comigo, amo conversar:
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Aliás, muito prazer, Felipe Pizetta David!
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